quarta-feira, 22 de julho de 2009

Mude a Estratégia!!!


Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.Era em Paris!Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:“Por favor, ajude-me, sou cego”.
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:Apenas reformulei o seu anuncio, mas com outras palavras”.Sorriu e continuou seu caminho.O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:“É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la”.E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam…


Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos…Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração? A mameira como falamos ou escrevemos, pode infuenciar e muito nosso futuro. Há pessoas que nunca melhoram de vida porque ficam pensando na “morte da bezerra” e com isso o tempo passa. Nem tudo é o que você fala, mais sim como você fala e se expressa!!!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Tentativas

E de repente,como se fosse um clarão, eu sentia uma solidão indescritível. Nada mais valia a pena. Não havia prazer nenhum em viver e nem necessidade. Eu me sentia um estorvo para a minha família. Doía-me pensar que os desapontava. Eu tinha certeza que eles seriam muito mais felizes sem ter que se preocupar comigo. Eu não tinha dúvidas sobre isso. Era uma certeza que ninguém conseguia me tirar. Então, sair de cena, era mais do que acabar com a minha própria vida, mas era também libertar a minha família, era poupar a minha família do desgosto da minha presença. Quando se diz que a depressão é uma doença, muitos custam a acreditar,até eu mesma não quero acreditar. Mas quem a tem, sabe como ela consegue distorcer a sua consciência e lhe inundar de todo tipo de pensamento. Você se convence de coisas absurdas e nunca acha que está errada. Comigo não foi diferente. Quando mais eu sofria, mas eu tinha vergonha de sofrer. Procurava sorrir a todo custo e continuar com a minha vida. Forcei-me a fazer faculdade, pois sei que é necessário pra mim. Forcei-me a continuar vivendo, a levantar da cama toda manhã, a fazer as coisas que eu tinha que fazer. É um esforço descomunal. É uma luta injusta. Você quer, mas você não consegue. Uma simples tarefa é uma tortura, te deixa de mal humor, fzendo com que você trate mal aqueles qua ama. Nada é simples. Nada é fácil. E para mim essa luta foi se apresentado como inútil, pois parecia que não importava o que acontecesse ou quantas batalhas eu ganhasse, eu jamais iria vencê-la. Entreguei-me novamente e desisti completamente. Desisti de mim de novo e parecia que seria para sempre. Mas, felizmente, minha família não desistiu de mim. Meus pais e irmãs lutaram cada um com sua arma. Eu me deixei levar apenas para agradá-los, mas sem esperanças. Eu não queria mais me decepcionar. E cada dia talvez seja uma certeza de que eu não tenho mais porque continuar vivendo dessa maneira. No entanto, milagrosamente, uma das "armas" da minha família ta me salvando ainda. E depois de tudo dito, me lembrei de que nos momentos que eu nunca soube explicar um ser maravilhoso nunca me abandonou, ele, JESUS CRISTO. E entendi que todas as vezes que eu chorava trancada no banheiro ou pelos cantos condenando a mim, determinada a pôr em tudo um fim, mas não colocava, era porque Jesus me acalmava. Entendi o porquê que todas as vezes que eu ficava horas embaixo do chuveiro afogada em lágrimas, eu acabava orando. Descobri que eu não era fraca, mas forte. E que cada vez que eu lutava contra a minha falata de ânimo, era Jesus quem me dava a força para lenvatar a cabeça. ele nunca desistiu de mim, mesmo depois de as vezes eu ter desistido Dele. E tenho certeza que foi ele que me salvou todas as vezes em que eu pensei ou tentei me matar, ou jogar tudo pro alto. Eu passei tanto tempo procurando em alguém a força que eu precisava, mas só quem é capaz de dar essa força é Deus. Cheguei a um ponto que não dava mais pra esconder minha solidão de todos,e é uma alegria saber que talvez agora já não lute tão só,pois me abri com quem pode me ajudar.Espero agora está protegida, amparada, acolhida, amada, ter alguém que tudo posso contar, que tudo posso pedir, que tudo posso agradecer, que tudo posso confiar. É dividir todas as minhas alegrias e falar besteira sem medo de ser repreendida.
Espero qeu tudo se resolva!!!!!!!!!!

domingo, 7 de junho de 2009

Pensamentos


Maio não foi muito diferente... Nada me foi acrescentado. É verdade que algumas coisas legais aconteceram e sentimentos novos, porém frustrantes, têm surgido. Mas até agora, nenhuma virada sensacional...Nada surpreendente, mas estou tentando. Bem...tentando não seria bem a palavra, pois não tenho me mexido muito, não tenho tido muita coragem para fazer muita coisa, a palavra ideal seria...esperando. Pronto, perfeita. Estou esperando alguma coisa da vida e, provavelmente, a vida está esperando alguma coisa de mim...Deve ser por isso que não acontece nada. A verdade é que espero demais, acredito demais e até sonho demais. No entanto, meus sonhos fogem demais a realidade, por isso que são só sonhos irrealizáveis, nem espero mais que aconteçam, mas não deixo de sonhar, porque sonhar me acalma, faz-me sorrir por algum tempo, traz uma sensação embriagante de curto tempo. Não são drogas...Eu realmente me entrego aos meus pensamentos!!! Esse é um grande problema que eu tenho. Eu penso demais. Eu poderia agir mais, mas só penso. Penso o tempo todo, todo o tempo. Os pensamentos variam numa escala surpreendente e numa velocidade impressionante. Penso em tudo, imagino tudo, vejo tudo. Só que tudo se limita ao lugar fértil dos pensamentos. Se eu conseguir colocar na prática um terço do que eu penso, poxa, já seria uma vitória, acho que menos que isso já seria uma vitória. Eu penso demais, penso tanto que a minha cabeça dói. Vivo com dores de cabeça...rsrsrsrs. Penso tanto que mal consigo conversar com os outros, pois minha fala não acompanha a rapidez dos meus pensamentos. Quero falar tudo de uma vez, colocar para fora tudo o que estou pensando, como se eu não fosse ter outra oportunidade para conversar. Eu acabo monopolizando as conversas...Tagarelando, falando demais, exagerando, colocando tudo a perder. Nem sempre é bom...Eu tenho que manter o domínio,a situação, para que não acabe machucando ninguem. E com isso me fecho, me mantendo em silêncio, me afastando e até mesmo deixando de me expressar quando necessario. Não sei qual a imagem que eu passo de mim quando descrevo isso, mas a imagem real é essa. Eu falo um absurdo. É claro que o número de pessoas as quais converso é bem limitado, deve ser por isso que mando ver com elas. Reconheço que as vezes eu tenho pena dessas pessoas que têm que me ouvir tanto. Pois é...alguém tem que ouvir, mesmo que não queira...eu não pergunto se querem ouvir, eu simplesmente falo. Falar faz bem. É quase a sensação embriagante de sonhar, porém o tempo varia de acordo com a paciência da pessoa....rsrs. É...e como não dá para ficar sem ouvinte resolvi escrever no blog.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Erro da Vida


É muito mais fácil verificar o erro do que encontrar a verdade. O erro está à superfície, no raso, e a verdade repousa nas profundidades do mar aberto, e os fracos se julgam não poder navegar nessas regiões. Percebo os meus erros, mas não os corrijo. Isso só confirma que podemos ver o nosso destino, mas somos incapazes de mudá-lo. Não será importante levar isso em conta?A natureza do nosso erro pode ter diversos motivos, pode não ter se quer motivo...mas não deixa de ser um erro.Normalmente se assumimos um erro é porque magoamos ,mesmo sem pensar nas consequências, uma pessoa... ou várias...E essa dor causada não pode ser esquecida mas poderá ser aliviada com um simples "desculpa-me...". Embora não se esqueça, a intenção está lá, impressa nessas palavras e no próprio fato de assumir que se errou. Neste momento sei que errei, e acreditem que não sei quem estará pior...se sou eu que errei...ou a pessoa que sofreu com o meu erro. Os nossos erros por vezes se pagam caros e nos atingem sempre... E nesta vida por muito que se invente, não existem máquinas do tempo nem borrachas...apenas podemos usar os nossos erros para aprender! Aprender e não voltar a repeti-los.Eu aprendi, e tenho reflectido muito sobre o assunto...nas minhas longas noites sem dormir, com o barulho de fundo de um estômago vazio...e um coração que já não bate com a mesma intensidade...Agora, neste preciso momento só te posso pedir desculpa e repetir as vezes que forem precisas que não foi com intenção, porém magoei-te e muito. E magoei a mim mesma, da pior forma possível. Essa mágoa deixa-me a vida num caos, embora tenha ciente três certezas :
1° - Que concerteza vai demorar bastante pra que todas essas palavras aqui usadas uma dia você poderá saber que existem em meu coração!
2° - Que mesmo sabendo dos meus erros ainda não tenha aprendido a corrigi-los. E acho que esse é o maior deles...
3° - Que meus erros vão magoar aqueles que amo, porém nunca será essa minha intenção, pois os amo demais para isso!!!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

A IMPONTUALIDADE DO AMOR


Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.

Aprendi...

Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando. Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.